A administração municipal de Gandu, na Bahia, enfrentou uma situação constrangedora durante uma ação social tradicional na Sexta-feira Santa. Os habitantes da cidade receberam peixes em estado de decomposição durante uma distribuição que acontece há aproximadamente uma década no período pascal.
Problema detectado após reclamações da população
As queixas dos moradores levaram a prefeita Daiane Santana, do partido Avante, a reconhecer publicamente a falha na qualidade dos alimentos. A distribuição foi imediatamente suspensa após a identificação do problema.
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Os cidadãos utilizaram as redes sociais para denunciar a situação e expressar preocupação com os riscos sanitários envolvidos. As críticas também se voltaram para a falta de fiscalização adequada dos produtos antes da entrega.
Responsabilidade atribuída ao fornecedor
A gestão municipal esclareceu que o pescado não atendeu aos padrões estabelecidos no contrato de fornecimento. A prefeitura direcionou a responsabilidade pela qualidade inadequada ao fornecedor contratado.
Medidas emergenciais foram implementadas para:
- Interromper a distribuição problemática
- Evitar novos casos similares
- Organizar uma nova entrega com produtos adequados
Nova distribuição busca reparar danos
Para contornar o desgaste político e atender adequadamente a população, a Prefeitura de Gandu organizou uma segunda distribuição de pescado. Esta ação visou substituir os produtos impróprios e reduzir o impacto negativo do ocorrido.
A administração municipal informou que reforçou os controles de qualidade e revisou os procedimentos internos para evitar repetições do problema em futuras ações sociais.
O município não divulgou informações específicas sobre a quantidade de alimentos distribuídos inicialmente nem o número exato de famílias afetadas pelo incidente.