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Sexta-feira, 29 de maio de 2026 Brasília, DF 21 °C
Política

Ex-ministra Gleisi Hoffmann chama Davi Alcolumbre de ‘inimigo dentro de casa’

Ex-ministra Gleisi Hoffmann criticou Davi Alcolumbre durante entrevista, chamando-o de inimigo dentro de casa em contexto eleitoral.

Ex-ministra Gleisi Hoffmann criticou Davi Alcolumbre durante entrevista, chamando-o de inimigo dentro de casa em contexto eleitoral.

Tensão política marca declarações da ex-ministra contra presidente do Senado

Durante entrevista concedida à GloboNews na segunda-feira, a ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, fez duras críticas ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

As declarações da ex-ministra revelam um cenário de crescente tensão política no Congresso Nacional. Hoffmann reconheceu que o relacionamento entre governo e Senado passou por mudanças significativas nos últimos tempos.

Motivos das críticas de Gleisi Hoffmann

O descontentamento da ex-ministra tem origem em dois episódios específicos que marcaram a relação entre Executivo e Legislativo: a rejeição da indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) e a derrubada do veto presidencial ao projeto da Dosimetria.

“Eu acho que nós temos um quadro um pouco diferente. Até aqui nós tínhamos a aliança da governabilidade no congresso nacional. E o presidente Davi foi correto sim na maioria dos casos, o governo também foi correto com ele, na maioria dos casos, na tramitação das matérias”, declarou Gleisi.

“Inimigo dentro de casa” marca escalada do conflito

A ex-ministra não poupou palavras ao avaliar o atual momento político, sugerindo que o contexto eleitoral está influenciando as decisões no Senado. Sua fala mais contundente veio na sequência das declarações iniciais.

“Acho que está se entrando num jogo eleitoral, o governo tem que ir marcar o seu campo. O que não pode é a gente ir para uma disputa eleitoral com o inimigo dentro de casa. Isso não pode acontecer, né? E a gente está disputando um projeto de país”, completou Hoffmann.

As palavras da ex-ministra evidenciam o clima de instabilidade que marca as relações entre governo e Congresso, especialmente em um ano que antecede as eleições de 2026.

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