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Cultura

Neoplasia cervical: entenda a doença que afastou Luís Roberto da Copa do Mundo 2026

Narrador Luís Roberto se afasta da Copa 2026 para tratar neoplasia cervical, tumor na região do pescoço que requer cuidados médicos especializados.

Narrador Luís Roberto se afasta da Copa 2026 para tratar neoplasia cervical, tumor na região do pescoço que requer cuidados médicos especializados.

Narrador Luís Roberto se afasta da Copa 2026 para tratar neoplasia cervical

O renomado narrador Luís Roberto ficará ausente da cobertura da Copa do Mundo de 2026 após ser diagnosticado com neoplasia cervical, conforme informações divulgadas nesta terça-feira (7). O profissional, que havia sido confirmado como uma das principais vozes da transmissão, se afastará para tratamento médico.

O que é neoplasia cervical?

A neoplasia cervical refere-se a tumores que podem ser benignos ou malignos (cancerosos) localizados na região do pescoço. De acordo com especialistas em oncologia, essas formações tumorais frequentemente se desenvolvem em áreas como cavidade oral, orofaringe, hipofaringe, laringe e tireoide.

Diagnóstico e sintomas

O diagnóstico pode ser realizado através de diversos exames, incluindo:

  • Tomografia computadorizada
  • Ressonância magnética
  • Nasofibrolaringoscopia para diagnóstico mais preciso

Quando se trata de neoplasia maligna, alguns sinais de alerta podem surgir durante a evolução da doença:

  • Lesões na cavidade bucal
  • Manchas vermelhas ou esbranquiçadas na língua, gengiva ou céu da boca
  • Nódulos no pescoço
  • Dor de garganta que persiste
  • Dificuldades para engolir ou respirar
  • Sangramentos ou dor auricular

Fatores de risco

Diversos fatores podem contribuir para o desenvolvimento de neoplasias cervicais:

  • Tabagismo
  • Consumo excessivo de bebidas alcoólicas
  • Higiene bucal inadequada
  • Infecção por HPV
  • Predisposição genética familiar

Tratamento

O tratamento varia conforme o estágio da doença. Nos casos iniciais, pode envolver procedimento cirúrgico, com ou sem radioterapia associada. A imunoterapia também tem se destacado como opção terapêutica em casos onde ainda é possível realizar cirurgia, segundo especialistas da área.

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